O aviso chegou por mensagem, frio e direto:
“Estou no prédio. Não demore.”
Narelle leu e releu aquelas palavras, sentindo o coração comprimir no peito. O relógio marcava pouco depois das dez. A torre estava movimentada, executivos entrando e saindo, ômegas organizando documentos. Ninguém parecia notar que ela perdia o ar ali mesmo, parada ao lado do elevador.
Kael não esperava. Nunca esperava.
Engolindo o medo que se misturava a uma raiva antiga, apertou o botão do último andar. Durante a sub