A tarde parecia sonolenta na mansão da Matilha, até que o grito veio.
— Kira? KIRA?!
Uma das babás correu pelos corredores, os cabelos soltos, os olhos arregalados. A menorzinha dos quíntuplos — a frágil Kira, a segunda a nascer — havia desaparecido do cercado.
Em segundos, o som dos passos apressados e das portas batendo se espalhou pela casa como pólvora.
— Alguém viu a menina?! — gritou outra funcionária, vasculhando atrás dos sofás, sob as escadas, nos fundos da estufa.
Nada.
O desespero log