Rhaek atravessava o salão da mansão como uma tempestade contida. A raiva pulsava sob a pele e reverberava nas paredes envernizadas, onde ômegas curvavam os olhos ao sentir o cheiro de sua fúria.
Na penumbra da sala de estar, sua Luna o esperava, corpo curvilíneo vestido para agradá-lo. Mas ele não a tocou.
“Ele está abrindo espaço pra ela. Vai cair como um idiota”, murmurou, derramando uma dose de bourbon no cristal.
A Luna não respondeu. Sabia que quando Kael era o assunto, as sombras vinham p