O escritório panorâmico de Rhaek parecia mais uma arena do que uma sala de reuniões. Vidros negros, iluminação precisa, móveis robustos em couro e aço. Tudo ali dizia poder, controle, hierarquia.
Kael entrou com o passo lento, desconfiado, os olhos semicerrados como quem fareja armadilhas no ar.
— O que você quer, Rhaek? — perguntou, direto, jogando-se na poltrona à frente da mesa.
Rhaek girou levemente o copo nas mãos, observando o âmbar do uísque como se ali estivesse o mapa da jogada.
— V