Narelle desceu do carro com passos firmes, embora o coração oscilasse entre o orgulho e a repulsa. A mansão de Rhaek, onde vivera por um período de sua juventude, estava ainda mais imponente — colunas escuras, jardins meticulosamente selvagens, e aquela fachada fria que parecia zombar dela.
O cheiro da madeira, da terra molhada e dos corpos marcados por sangue antigo veio como uma rajada. Ela parou diante da porta por um segundo. Lembranças invadiram — noites em silêncio, olhares ignorados, o t