O Conservatório dormia em silêncio quase absoluto. Lá fora, as árvores se envergavam com o vento noturno, mas ali dentro os corredores eram frios, estáticos — como se a respiração dos antigos ainda ecoasse nas pedras.
Luxor estava acordado.
Sentado em sua cama, observava o espelho da parede oposta com atenção inquietante. Não parecia com medo. Apenas... desperto demais. A marca em sua nuca brilhava em pulsações fracas, como uma lâmpada que tenta permanecer acesa num templo esquecido.
No saguão i