Mundo de ficçãoIniciar sessãoTARYN
Seguimos pelos corredores laterais, evitando as áreas iluminadas.
A minha antiga casa surge à nossa frente envolta por tochas acesas. A casa do meu pai sempre foi sólida, austera, feita para lembrar a todos onde o poder repousa. Nenhum guarda me impede. Nenhuma pergunta é feita.Uma das empregadas abre a porta.Ela me reconhece antes mesmo de eu baixar o capuz.Os olhos se arregalam por um segundo, depois suavizam.— Senhorita Taryn… — diz, em voz baixa.— Preciso entrar — respondo. — Agora.Ela hesita apenas o tempo de um suspiro.— Estão reunidos no salão de pedra — informa, afastando-se para nos dar passagem. — Vá com cuidado.— Pode ser uma armadilha— penso, mas não digo.No corredor interno, paro.Viro-me para Dina.— Espere aqui.Ela franze






