TARYN
Ele não responde de imediato.
O olhar dele ainda está preso na cama.
Depois volta para mim.
Lento.
Calculado.
— Eu devia ir — ele diz, por fim.
Devia.
Não vou.
Devia.
Eu cruzo os braços com mais força, como se isso pudesse segurar alguma coisa dentro de mim que insiste em escapar.
— Por quê?
Ele solta um suspiro baixo.
Quase imperceptível.
E passa a mão pelos cabelos, bagunçando ainda mais.
— Não é uma boa ideia, Taryn.
Eu dou um passo à frente.
— Engraçado… porque você diz isso toda vez.