Ecos de Verdade
A madrugada envolve a clínica num silêncio quase sagrado, interrompido apenas pelo bip ritmado dos monitores cardíacos e pelo rumor distante do gerador de emergência.
No consultório particular de Caleb, a penumbra é quebrada pela luz azulada de um tablet sobre a mesa.
Na tela vibra o passado:
Sofi, sorridente, embala Lucas recém-nascido e canta “Clair de Lune” num francês hesitante, aprendido só para impressionar o marido.
A gravação termina com a gargalhada dele fora