O controle dele deixou de ser sutil na mesma velocidade em que minha obediência deixou de existir. Era como se estivéssemos em lados opostos de uma corda esticada demais, ambos conscientes de que qualquer movimento em falso faria tudo ruir.
Naquela manhã, acordei com a sensação incômoda de estar sendo observada. Abri os olhos devagar e encontrei meu marido sentado na beira da cama, já vestido, o celular nas mãos. Não mexia nele. Apenas o segurava, como um objeto de poder.
— Você saiu ontem sem