Mundo de ficçãoIniciar sessãoA madrugada não foi silenciosa — foi vigilante.
Mesmo sem barulho, havia algo no ar que impedia o sono: um estado de alerta constante, como se cada parede estivesse respirando junto com eles. Ela ficou na varanda por mais tempo do que pretendia. O frio da noite se infiltrava na pele, mas era quase bem-vindo. Melhor do que o calor sufocante dentro da casa, onde cada canto carregava uma memória que agora parecia envenenada. Rafael permaneceu ao seu lado,






