A festa já tinha passado do auge quando Henrique, com o olhar tomado de desejo e uma ternura quase feroz, segurou a mão de Clara e a guiou para fora do salão.
Ela deixou que ele a conduzisse, rindo baixinho ao tropeçar um pouco no vestido, sentindo o champagne aquecer o corpo e a felicidade vibrar como luz por baixo da pele.
A música do casamento ainda ecoava ao longe quando eles chegaram ao caminho iluminado que levava ao chalé reservado para a noite de núpcias.
As luzes penduradas nas árvores