Olhei para ele com um semblante miserável, me agarrei à última esperança e disse:
— Posso não ir ao hospital? Contanto que não me leve ao hospital, eu faço qualquer coisa que você quiser. — Em seguida, abracei o braço dele de forma submissa, tentando agradá-lo.
Ele abaixou os olhos e me encarou com uma expressão de escárnio.
— Qualquer coisa que eu quiser?
Assenti rapidamente com a cabeça:
— Sim, até mesmo... Se for para te agradar de forma voluntária. Só não me leve ao hospital, George, eu real