Eu comemorava em silêncio quando o homem, de repente, olhou na minha direção. Cerrei os lábios e fechei a janela de uma só vez. Me virei e me encostei nela, relembrando aquele pesadelo.
No sonho, mais uma vez havia um cárcere sem fim, e novamente aquela cena dolorosa dele e Mariana tirando meus filhos. Sempre que me lembrava daquilo, eu tremia dos pés à cabeça. Enterrei o rosto nas palmas das mãos, me sentindo ansiosa e impotente.
Na segunda metade da noite, dormi muito mal. Acordei inúmeras vez