George estava muito perto de mim.
A grande palma de sua mão ainda pressionava a parte de trás da minha cabeça, e seus lábios quentes quase roçavam o lóbulo da minha orelha.
Todo o meu corpo estava tenso, eu só conseguia sentir a respiração quente dele queimando contra a pele do meu pescoço.
Chamei seu nome, com medo na voz:
— George...
Ele riu baixinho junto ao meu ouvido:
— As mulheres que eu já toquei, mesmo que eu não as queira mais, não permito que outros as cobicem. Então, adivinha... O que