Eu puxei o cinto dele, chorando e chamando pelo seu nome.
De repente, ele me abraçou e se sentou na cama. O olhar dele era profundo e sombrio, e se fixou em mim:
— Está com tanto desejo assim de fazer amor?
Assenti rapidamente, deixando de lado toda vergonha, orgulho e dignidade.
Ofegante, falei com dificuldade:
— Por favor... Por favor, me ajuda...
Os olhos de George ficaram ainda mais escuros, havia algo reprimido no fundo do olhar dele.
Com a voz rouca, ele perguntou:
— Então, agora você vê c