Que coisa estranha... Eu realmente não sentia nenhum medo dele daquele jeito.
Limpei a boca e sorri para ele, de maneira tola:
— Desculpe, eu não fiz de propósito, e... E eu já tinha dito que queria descer do carro...
— Valentina! — Acompanhado de um grito furioso e sombrio, tudo escureceu diante dos meus olhos e eu apaguei completamente.
Quando recuperei a consciência, senti que estava no banheiro.
Ao meu redor, só se ouvia o som da água, e meu corpo estava envolto pelo vapor quente.
Dedos leve