Do outro lado da linha, se ouvia sua respiração contida. Mesmo através do telefone, eu conseguia sentir claramente a raiva avassaladora que emanava dele.
Suspirei tristemente e lhe disse:
— George, não fique bravo. Eu sei que, no passado, fui muito injusta com você, por isso você sempre quis se vingar de mim. Mas não acha que manter por perto uma pessoa de quem não gosta é também uma punição para si mesmo? Sei que não mereço perdão, mas espero que você possa se libertar, que possa viver feliz ao