O que eu mais temia aconteceu.
George estava mesmo no bar. Ele já tinha me visto!
E as mentiras que acabei de contar para ele? Pareciam tapas queimando na minha cara.
Eu fiquei paralisada, incapaz de reagir.
George me beijou com força, sem se importar com nada. Quando finalmente me soltou, seus dedos longos tocaram de leve os meus lábios, agora inchados.
Ele me olhava com aquele sorriso frio, os olhos escuros fixos em mim.
— Você dorme no bar agora? — A voz dele estava carregada de sarcasmo.
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