O despertador tocou às 7h03.
Clara não pulou da cama, mas também não se encolheu como antes.
Virou-se devagar e deu de cara com Noah no batente da porta, segurando duas canecas de café.
— Roubei seu açúcar mascavo. Espero que não seja motivo de separação.
— Só se amanhã você fizer as torradas.
— Negociável — respondeu ele, entregando a caneca com a alça lascada. A preferida dela. Sempre foi.
— Como você sabia que eu gostava dessa?
— Porque você sempre pegava essa.
Mesmo quando não lembrava.
Cla