Noah chegou ao hospital com duas xícaras de café e uma flor amarela presa por um elástico de papel.
Era cedo — o dia ainda nem tinha se decidido entre sol e neblina —, mas o corredor da ala neurológica já parecia acordado demais.
Ele encontrou Sol sentada na cadeira ao lado da cama, com olheiras honestas e um livro aberto no colo que ela não lia de verdade.
— Oi — ele disse, entregando uma das xícaras.
— Café de verdade? — ela arqueou a sobrancelha.
— Da cafeteria da esquina. Merecemos.
— Final