Clara acordou com os olhos abertos, como se não tivesse dormido.
A manhã da exposição chegou com cheiro de pão quente — Noah tinha saído cedo para comprar no café da esquina, e agora entrava no quarto equilibrando uma bandeja com duas xícaras, fatias tostadas e frutas cortadas do jeito que ela gostava.
— Eu queria te trazer café na cama, mas você sempre acorda antes de mim nos dias importantes — ele disse, colocando tudo ao lado dela.
Clara sorriu e sentou-se.
— Eu não consegui dormir direito.