Ele…
Eu não sei por que comecei a falar.
Talvez fosse o peso dela nos meus braços, a leveza com que Hayla se aninhou contra o meu peito, como se, de alguma forma, me dissesse sem palavras que estava tudo bem... Que eu podia abrir a porta desse lugar escuro onde tranquei minhas memórias.
Onde enterrei minha culpa.
— Gregori... — murmurei, a voz rouca e baixa, mais para mim do que para ela. — Esse é meu primeiro nome. Ninguém mais o usa, nem mesmo eu. Mas foi com ess