Nós…
Não havia centenas de convidados, nem flores em excesso.
Não havia vestido extravagante, nem músicas ensaiadas para impressionar.
Havia o céu.
O mar calmo.
A brisa leve que brincava com meu cabelo.
E havia ele.
Klaus.
Meu futuro.
Meu agora.
Optamos por um casamento intimista, nada de listas intermináveis ou protocolos.
Queríamos algo que fosse só nosso — que tivesse a nossa verdade, a nossa simplicidade, o peso e a leveza do que havíamos construído.
E ali, à beira de um penhasco com vista para o mar, cercados por poucos amigos e pela presença silenciosa do amor que nos unia, eu soube que havíamos acertado.
Meu vestido era leve, com mangas delicadas de renda e um tecido fluído que acompanhava os passos do vento.
Eu me sentia... livre.
Bonita de um jeito sereno, como se a beleza estivesse em mim não pelos adornos, mas por tudo que estava transbordando de dentro.
Do outro lado, Klaus.
De terno cinza-c