Ele…
Eu estava vivo.
Não por escolha minha, mas porque Hayla decidiu ser a heroína da história.
Ela não tinha o direito.
Olhei para o céu sem nuvens e para o mar que parecia zombar de mim, jogando suas ondas na areia com uma calma irritante.
Que droga!
Cada respiração que eu dava era como uma afronta à decisão que eu já tinha tomado antes daquele maldito avião cair.
Ela estava ali, arrumando algo perto da cabana improvisada, como se fosse uma conquista sobreviver àquilo.
Meu peito se ap