O cursor piscava na tela.
Trinta e dois e-mails não lidos.
Dois contratos pendentes de assinatura.
Uma reunião marcada para o meio da tarde.
E eu? Estava ali, parado, encarando o nada como se isso fosse resolver o turbilhão que tomava minha mente desde ontem.
Ela está grávida.
As palavras ainda ecoavam, mesmo que nunca tivessem sido ditas em voz alta.
A imagem da garota no balcão da cafeteria — a mesma que há cinco meses desapareceu da minha vida como um borrão de perfume e pele quente — não sa