Acordei com uma sensação estranha, como se ainda estivesse flutuando entre o sonho e a realidade. O corpo pesado, a cabeça latejando, e aquela lembrança viva da tontura que me derrubou na noite anterior. Por um instante, o pânico ameaçou me dominar de novo. Mas quando meus olhos encontraram Ravi, ajoelhado ao meu lado, as mãos firmes segurando as minhas, a respiração voltou ao ritmo.
Agora, deitada no sofá da sala, enrolada em uma manta macia, eu o observava de relance, lembrando da forma como e