Acordei antes do sol nascer, como sempre acontece quando a mente insiste em não me dar trégua.
O quarto estava em silêncio, apenas o som da respiração suave de Manu preenchia o espaço. Ela dormia de lado, com o rosto virado para mim, os cabelos bagunçados se espalhando pelo travesseiro, e aquele vestido florido que não teve coragem de trocar antes de se deitar, amassado contra a pele. Por alguns minutos, fiquei apenas observando-a. Era uma cena tão rara… Manu relaxada, sem medo, sem lágrimas. Q