Sentei-me na sala de reuniões antes que todos chegassem. A mesa comprida de madeira escura refletia a luz fria das luminárias do teto. Minha xícara de café esfriava ao lado do notebook aberto, mas eu não tinha tocado nem em um gole. O relógio no pulso marcava poucos minutos para o início da reunião, mas meu corpo não estava aqui. Minha mente permanecia no apartamento, na imagem de Manu adormecida contra o meu peito, o cheiro do cabelo dela impregnado na minha camisa, a mão pequena repousando so