— Bom dia! — acordei sobressaltada com a voz de Lúcia, que estava ao lado da cama, sorrindo.
— Deuses... Você quase me matou do coração. — suspirei, levando a mão ao peito. Minha cabeça latejava e cada músculo do meu corpo parecia dolorido.
— Que horas são?
— Quase dez da manhã. — respondeu ela.
Sentei num pulo.
— Como assim? Eu... eu nunca durmo tanto.
— Você está péssima. — ela alisou meu cabelo com cuidado. — E não queria dizer isso assim que você acordasse, mas... o alfa não está de bom hum