O céu ainda estava escuro quando Luna se levantou. Dormira poucas horas, mas havia uma chama em seu peito que queimava mais forte do que o cansaço. Ela precisava entender — precisava despertar o que havia dentro de si.
Allan a esperava do lado de fora da casa da tia, encostado no carro preto. Vestia uma camiseta justa e calças pretas, o ar sério no rosto. Quando a viu, seu olhar suavizou.
— Pronta? — ele perguntou.
Ela assentiu. — Pronta para saber quem eu sou.
Eles seguiram para a floresta