Lorenzo Bianchi
Voltar para a Itália, mesmo que por uma semana, foi como respirar fundo antes de mergulhar. Os vinhedos ainda estavam lá, estendidos como braços abertos, e o cheiro da terra me envolveu como um velho cobertor. Cada canto da casa, cada chiado do assoalho, parecia sussurrar “bem-vindo de volta”, mas eu sabia — não era um recomeço, era uma despedida adiada.
A semana passou depressa. Revi os amigos do vilarejo, ajudei meu pai na adega, ouvi histórias novas e antigas do nonno, como s