Em seguida... um rangido na porta.
O coração de Lucca disparou. A respiração de Ive continuava, mas o som se repetiu. A porta do quarto de Ive estava se abrindo. Ele não podia fazer nada a não ser gritar.
O coração de Lucca batia como o de um animal machucado, começou a gritar.
— Ive! Ive, acorda!
Rabisco latiu uma vez, mas logo em seguida, o celular foi desligado.
— Quem está aí?!
Lucca berrou, a dor que sentia desapareceu, ou ele esqueceu, o fato é que para ele, o bip do final da ligação soava como o fim do mundo.
Ele tinha sonhado, nem sequer conhecia o rosto da mulher que amava, ainda assim ele havia imaginado cada detalhe daquela noite.
O vestido que ela afirmou ser preto... A voz dela brincando ao dizer que parte do seio estava à mostra.
Como ela gemeu pedindo por ele e agora tudo tinha virado um pesadelo, não tinha ideia quem estava naquele quarto, mas sabia que era errado.
Ive estava dormindo, sozinha e ele era só um cego deformado há quilômetros de distância.
Tentou