E relaxou... Tanto que quando Sara acompanhou o marido até o quarto da filha, a advogada estava com um sorriso enorme, os cabelos molhados e abraçada a Ivan como se ele fosse seu mundo.
Daquela vez bateram na porta e quando Ive abriu também estava com o rosto corado.
A mãe desconfiou, o pai confiava tanto que o genro era alguém nobre que beijou a testa da filha e ainda perguntou.
— Está doente, maçãzinha? Parece estar com febre.
Ive olhou para a mãe como se implorasse por socorro, mas em seguida confirmou.
— Não me sinto muito bem, pai. Acho que é alguma virose.
Antônio estava sentado, mas com dois travesseiros no colo, sabia que não deveria ter feito o que fez.
— Foi só beijo, Antônio está de roupa!
Ivan sorriu orgulhoso para o genro.
— Isso mesmo! Eu confio em você, Antônio. Sei que vai cuidar da minha maçãzinha, sempre cuidou. Agora precisamos sair. Um passeio de família, vamos ao laboratório.
O pai de Ive teve tempo para pensar, não quis usar as amigas da filha para analisar o con