Antônio não esperava, mas quando foi libertado a voz que ouviu era diferente.
— Oi, desculpa, moço. Eu não consegui o dinheiro que eles estavam pedindo. O banco só liberou o empréstimo hoje.
Ele tentou lembrar quem era aquela mulher.
Esticou a mão, se desequilibrou e ela chegou mais perto.
— Aqui, você não me conhece. Meu marido chamou a polícia. Ele também estava com medo.
— O doce?
— Isso, eu sou a dona da loja de doces, meu amor. Desculpa.
— Para que lado fica o Colégio Nossa Senhora do Bras