Lara amava aquele abraço, mas também conhecia a dor da amiga.
Os soluços de Sara ainda espalhados pelo ar, eles cercados por pessoas que filmavam a cena, enquanto outros só assistiam e comentavam aquela loucura.
Enquanto eles precisavam ser mais rápidos do que as consequências que certamente viriam.
— Leva ele para dentro, Lenhador. Ele precisa de um médico e nós dois temos um filhotinho esperando a gente.
Muralha ergueu de leve a sobrancelha, ainda tentando decidir se obedeceria ou aproveitava a oportunidade para terminar o serviço.
Lara pareceu ler a mente do marido.
— Agora, antes de ser preso de preferência.
Muralha beijou o pulso da esposa, se desculpou mais uma vez e voltou para perto de Ivan que estava cercado de pessoas que tentavam inutilmente erguê-lo.
— SAI
Dois enfermeiros que tentavam ajudar caíram sentados só com a voz de Muralha.
Mas assistiram ao marido de Lara ajudar o homem que ele mesmo havia derrubado.
Era amor traduzido em obediência cega.
Ele nem sequ