Lara estava em choque.
Mas não podia negar que aquele “amigo” do filho era a prova mais dura e firme de que Lucca havia crescido, se tornado um homem, e que ele pertencia àquela menina que também o olhava como se fosse capaz de qualquer coisa por ele.
Muralha deu um tapa instintivo na virilha do filho. Não era para machucar, mas sim para que ele voltasse à realidade.
— Ah, para mim chega. Vou comprar uma roupa para você. E um cinto de castidade também.
Saiu fingindo estar bravo já Ive olhava para tudo com o rosto vermelho tentando conter o sorriso que escapava entre os dedos da mão que ela usou para tapar a própria boca.
Estava se divertindo, mas somente até a voz da madrinha a chamar carinhosa demais para ser real.
— Ive, querida. Sente-se. Trouxe a comida, e quero que coma comigo.
Até o ar entendeu o sorriso de Lara, menos Lucca que já estava novamente com a toalha e se virou sentindo o cheiro da comida.
— Mãe, estou morrendo de fome.
Lara se desmanchava quando o filho se senta