A saída de Ivan teve efeitos diferentes em cada um dos quartos, e apesar de Sara estar focada nas lembranças, Ive só queria viver o presente.
O beijo de Antônio ainda parecia ecoar pelo corpo dela quando o pai fechou a porta.
Ela colocou a cesta no chão e puxou o namorado para cama.
— Fica comigo, senti saudade.
O rapaz estremeceu com a mão pequena embaixo da camisa. Era bom!
Mas não podia ficar quente.
Mudou o assunto.
— Tem um anel de ferro também, seu pai comprou.
Ive usou o peso do corpo para forçar o namorado a se deitar.
— Depois eu olho, agora eu quero beijar, igual você fez quando chegou...
Antônio se deitou, mas o carinho de Ive em seu peito parecia queimar e ele não conseguia falar, nem pensar, só sentir.
Ive continuou.
— Faz de novo, Antônio. Somos namorados, não somos?
Ele confirmou balançando a cabeça, a mente em todos os lugares ao mesmo tempo, na mão dela, na voz, no que sentia quando Ive encostava nele durante a noite.
A mesma reação... O corpo não obedecia quando esta