Os primeiros raios da manhã mal entravam pelas janelas quando Unirian acordou. Espreguiçou-se devagar, ainda sonolenta... até sentir um arrepio na pele.
Seus olhos se abriram lentamente — e ali estava ele.
Dante, sentado na poltrona ao lado da cama, com os papéis do divórcio nas mãos. O rosto impassível, mas os olhos carregados de algo entre mágoa e fúria silenciosa.
— Dormiu bem?— pergunta com voz baixa, carregada de tensão.
Unirian senta-se devagar na cama, surpresa e um pouco desconcertada.