Todos olharam para ele de relance, mas ele fez um sinal dizendo que estava bem.
Seu corpo traía cada centímetro de autocontrole que jurava possuir. A respiração levemente acelerada. A gota de suor escorrendo discretamente pela têmpora. E os olhos — os olhos negros dele estavam mais escuros do que nunca.
Unirian, ainda em silêncio absoluto, sabia o que estava fazendo. Sabia que ele não se moveria. Que não reagiria. Que só sentiria. Porque ela o conhecia como ninguém.
Ele era o furacão que aterro