Sem glória.
Só a certeza: mais uma peça fora do caminho.
Agora, era Vladimir.
E o fim.
Villano encarava aquele rosto como se visse um fantasma com sua própria carne.
Não era Dante.
Mas era dele.
O homem agora sem máscara deu mais um passo à frente, olhando Villano com uma raiva fria e silenciosa.
— Você não devia existir. Mas ainda assim, aqui está. E eu… também.
Villano arregalou os olhos, buscando nos traços, na fala, nas feições.
A verdade já estava ali. Mas doía admitir.
— Você é