Eu parei na porta do quarto dela, hesitando por um segundo, o peso da missão ainda gravitando sobre mim. A adrenalina que me acompanhava estava lentamente se transformando em uma necessidade impetuosa. Eu precisava dela. A escuridão estava tomando conta de mim, aquela mesma escuridão que eu carregava por dentro, como um veneno que corroía minhas entranhas. Ela era a única coisa capaz de dissipar esse abismo.
Respirei fundo e empurrei a porta. O som da madeira rangendo soou mais alto do que eu