A porta se fechou atrás de Lisanne com um clique suave, e os passos dela sumiram pela casa silenciosa. Lian permaneceu onde estava, os olhos perdidos no horizonte cada vez mais pálido, onde o céu começava a dar sinais do nascer do sol.
Seu peito doía — não de forma física, mas em algo mais profundo, mais impreciso. Um desconforto que misturava desejo, medo e uma inquietação que ele não conseguia mais conter. A cada gesto dela, a cada olhar sem julgamento, sentia o solo antes firme de sua exis