— Me solte! — Gritei, esmurrando-lhe as costas, mas era como socar um tronco seco. Eu me esquecera da solidez do corpo dele.
Noutro tempo e lugar, essa cena estaria pontuada pelas minhas risadinhas. Lembro-me de quando Karim costumava fazer isso nas ocasiões em que eu me mostrava teimosa. Ele me erguia assim, e nós dois gargalhávamos enquanto ele me carregava. Não era o caso agora. Desta vez, ele me arrastava de volta ao seu Bando por motivos que eu sequer compreendia.
— Você não deve me desobed