LAIKA
O bando permanecia estranhamente silencioso; nenhuma alma perambulava pelo acampamento. Fiquei perplexa ao encontrá-lo assim, pois, ainda nesta manhã, todos circulavam pelo local quando parti para caçar. Adentrei minha tenda e deparei com o lobo de Karim estendido no chão, mergulhado numa poça escarlate. Um grito escapou-me; corri até ele, tentando compreender o que ocorrera.
Sacudi-o na esperança de despertá-lo, mas seu corpo apenas balançava na direção em que o empurrava. Repeti seu nome