— Penelope, saia. — Eu insisti. Sem resposta. — Preciso falar com você.
Quando o silêncio persistiu, pedi uma tocha, que me foi entregue por um guarda. Erguendo-a, olhei dentro da cela e encontrei seu corpo sem vida estendido no chão. O cheiro metálico de sangue pairava no ar. Meu coração afundou, e fui tomada por uma náusea repentina, agarrando as grades da cela. A tocha caiu da minha mão quando vi a forma brutal como ela tinha se matado. Um guarda me amparou enquanto Penelope levantou a cabeça