Capítulo 339
Seus olhos não me intimidavam; eu sabia o que significava quando eles escureciam. Ele enterrou o rosto entre minhas pernas, e quando sua língua tocou minha intimidade pulsante, um arrepio rápido percorreu meu sangue; meus pensamentos ficaram nebulosos, e minha perna tremeu, mas ele segurou meus quadris, mantendo-me no lugar.

— Morph...

— Quer que eu pare? — Sua voz estava tão rouca que quase me fez gozar.

— Não! — Nunca estive tão desesperada e em pânico.

Morpheus deslizou sua língua para cima e
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