Capítulo 9

Antonella

Eu sonhei que tinha dezessete anos de novo. Estava no corredor do colégio, com meu uniforme azul e uma pasta nas mãos. Dentro, cartas que eu nunca tive coragem de entregar. “Para Alonzo Karvell”, eu escrevia no topo, como se fosse normal escrever para alguém que parecia um mito.

Ele passava cercado de gente importante, convidados de palestras, diretores. Eu só o via de longe. No sonho, eu sentava no banco do pátio e escrevia:

— “Um dia você vai me notar”. — Quando terminei a frase, o
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