Antonella
Stephen me esperava na sala de reuniões, sentado à mesa, os olhos baixos, as mãos entrelaçadas. Desde o episódio em que o encontrei bêbado no trabalho e quase me beijou, ele vinha mantendo distância. Mas agora nós precisávamos conversar de verdade.
Entrei devagar, respirei fundo e fechei a porta.
— Stephen… — chamei, mantendo a voz calma.
Ele levantou os olhos devagar. O cansaço neles era evidente.
— Eu sei por que me chamou. — ele disse antes que eu pudesse começar.
Me sentei à frent