Antonella
O barulho recomeçou de repente. Primeiro, um som abafado de algo caindo. Depois, vidro quebrando. Em seguida, um estrondo seco, como se um móvel tivesse sido empurrado contra a parede. O coração disparou antes mesmo que eu me levantasse.
Peguei o robe na pressa e saí do quarto. O corredor estava escuro, iluminado apenas pela luz fraca que vinha debaixo da porta do quarto dele. Mais um som de garrafa quebrando. O peito doeu.
— Alonzo? — chamei, batendo na porta.
Nenhuma resposta. Apena